Morte morrida é coisa que a Turritopsis dohrnii não conhece. A vida dessa espécie de água-viva só acaba se ela for ferida gravemente. Do contrário, a Turritopsis vai vivendo, sem prazo de validade. Suas células se mantêm em um ciclo de renovação indefinidamente, como se voltassem à infância. Podem aprender qualquer função de que o corpo precise. É uma verdadeira (e útil) mágica evolutiva. Parecida com a do Sebates aleutianus, um peixe do Pacífico conhecido como rockfish, e de duas espécies de tartaruga, a Emydoidea blandingii e a Chrysemys picta (ambas da América do Norte). Esse segundo grupo tem o que a ciência chama de "envelhecimento desprezível". Suas células ficam sempre jovens, por motivos que a ciência ainda quer descobrir.
"Em 50 anos não vai mais existir definição para expectativa de vida. Teremos um controle tão completo do envelhecimento que as pessoas viverão indefinidamente", diz Aubrey de Grey, geneticista da Universidade de Cambridge.
Não é uma tarefa fácil. Essa pesquisa está diretamente relacionada ao estudo do envelhecimento, que a ciência ainda não conseguiu destrinchar completamente.
Para que possamos viver para sempre, esse sistema de reparos não pode parar. E já apareceu proposta de todo tipo pra isso. Se antes essas ideias eram tidas como fringe science - algo como "ciência marginal", que tem mais de especulação do que de fato -, agora elas começam a ser vistas com seriedade. Tanto que acabaram de levar um Nobel.
Aí pra vocês algumas fotos que eu achei da dita-cuja:

"Ao invés da morte certa, transforma todas as suas células existentes em um estado mais jovem."
Maria Pia Miglietta, pesquisadora da Universidade do Estado da Pensilvânia, nos EUA sobre a Turritopsis dohrnii.

Maaaais informações, acesse: http://super.abril.com.br/ciencia/voce-pode-ser-imortal-535997.shtml
Bjs, Sofia ;D







Vivam os mafagafos!!!
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